[ Home | Estatuto| Iniciativas | Actividades | Navegação | Pesca | POA | Documentos | Mapas | News ]

Os Nossos Objectivos
Divulgação, promoção e defesa da boa prática da pesca desportiva e da navegação de recreio, bem como garantir a defesa dos interesses dos seus praticantes, a conservação da natureza e a valorização da sociedade.
A Associação

Estatuto

Iniciativas

Actividades

Legislação

Navegação

Pesca

Planos de Ordenamento

Recursos

Documentos

Mapas/Infos

Notícias

Contactos

R. Dr. João Mourato Grave

Lt. 153, 5.º Esq.

6000-241 Castelo Branco

Tel: 93 659 46 31

Fax:

Email: mardoce@clix.pt

NIB: 506 461 416

DIRECÇÃO EXECUTIVA
Presidente:
António V. T. S. Eusébio
Vice-Presidente:
Rodrigo Dias
Vice-Presidente:
José M. Gomes Torres

Secre
tário:
Joaquim M. Garcia Martins
Tesoureiro:
Albino Ribeiro

 

 

 

 S     SEMANÁRIO REGIONALISTA    -  ANO 69.º

           CIDADE DE TOMAR ONLINE

 
  Reportagem
"Quinta do Troviscal ", espaço de turismo Rural em S. Pedro
Estado financiou jangada que agora é considerada ilegal
EDIÇÃO Nº 3613
Quando os proprietários da “Quinta do Troviscal”, um espaço de turismo rural junto à albufeira do Castelo do Bode, S. Pedro, recebeu um subsídio da Secretaria de Estado do Turismo para as obras de um caminho de acesso a uma pequena jangada de lazer, com bancos e chapéu de sol, além de um barco a remos, estariam longe de imaginar que essa jangada e o barco, apesar de financiados pelo Estado, seriam agora proibidos pelo Instituto da Água no âmbito do Plano de Ordenamento da albufeira do Castelo do Bode.
Em declarações à reportagem do “Cidade de Tomar”, a proprietária, do espaço de turismo rural, Vera Castelo Branco, diz-se estupefacta e inconformada com o absurdo da situação. Reafirma que se trata de uma simples jangada ao serviço do turismo, apenas para ser utilizada pelos clientes, que podem igualmente andar de barco a remos, sendo incompreensível que esta pequena estrutura de madeira possa provocar alguma poluição.
Além de que a uma distância de escassos cem metros é permitido um cais de estacionamento para centenas de barcos. É compreensível o seu inconformismo quando refere “então impedem a circulação de um barco a remos e permitem ali adiante centenas de barcos a motor”.
Alega que a pequena jangada foi devidamente autorizada pela Direcção-Geral de Turismo e não compreende como pode ser penalizado este espaço de turismo rural que assegura emprego a três residentes da freguesia, além de prestadores de serviços indirectos. Não tem razões de queixa por parte de clientes, mesmo com as dificuldades de acesso, afirmando mesmo que o movimento de clientes tem sido muito bom, não compreendendo assim as absurdas restrições impostas pelo Instituto da Água.
Do prestígio da “Quinta do Troviscal” destaca as sucessivas reportagens em revistas da especialidade, exemplo da “Evasões”, “Casas de Portugal”, “Activa”, “Ideias e Negócios” ou “Living”. Mesmo assim o Instituto de Água não desarma neste objectivo de criar complicações a quem investiu neste espaço. Recorda que, há cerca de quinze anos, visitou este local apenas atraída pelas belezas naturais da albufeira. Gostou imenso. A placidez do ambiente, o reflexo da água. Tanto gostou que aqui investiu, mesmo com algumas dificuldades. Assim nasceu a “Quinta do Troviscal”, numa das primeiras enseadas a montante da barragem. Assim se tornou um espaço de procura de clientes, sendo a melhor promoção a que é feita pelos próprios utilizadores. Isto além do que considera um excelente site (www.troviscal.com).
Entretanto criou um mapa da região, espaços de visita, restaurantes. Recebe os clientes, dá-lhe sugestões de visitas e entrega-lhes o mapa. Ficam todos satisfeitos.
Confessa que se sente exausta nesta luta inglória contra o Instituto da Água. Defende que as entidades responsáveis pela manutenção da albufeira deviam privilegiar os moradores como vigilantes interessados, deviam estabelecer um contacto cordial de forma a que os residentes exercessem uma acção fiscalizadora permanente e eficaz. Em vez disso, as entidades criam conflitos, acirram desconfortos e azedumes.
Não compreende esta falta de lógica. Alega que, no caso da jangada, podia o Instituto da Água sugerir outra resolução em vez da que existe em madeira, exemplo das bóias das piscinas flutuantes. Só que não sugere, nem propõe nada – só proíbe. Só sabe proibir.
E só com proibições, a albufeira também não melhora. Fica uma albufeira proibida.

 

 


[
Home | Estatuto| Iniciativas | Actividades | Navegação | Pesca | POA | Documentos | Mapas | News ]


Enviar mail para
Webmaster com questões acerca deste web site.
Copyright © 2004 MarDoce
Última actualização: 18-03-2007